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segunda-feira, 21 de junho de 2010

Le Whif- chocolate para aspirar

já ouviu falar de chocolate para aspirar? É isso mesmo. É a maior moda em Paris.

Chama-se Le Whif.

Começou em janeiro e tem os sabores: chocolate, chocolate com framboesa, chocolate com menta e chocolate com café.

Para provar, basta aspirar como se fosse um cigarro.

Parece ser divertido!


quinta-feira, 11 de março de 2010

DIA 20 DE MARÇO- FESTA DE MACARONS- FRANÇA


DIA 20 DE MARÇO- FESTA DE MACARONS- FRANÇA

A BOUTIQUE super famosa- PIERRE HERME, todo dia 20 de março comemora o dia do macaron!!!

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Frozen ganha força em São Paulo com a abertura de novas redes Publicidade

17/02/2010 - 11h15 Frozen ganha força em São Paulo com a abertura de novas redes Publicidade

LUIZA FECAROTTAda Folha de S.Paulo Folha Imagem



Frozen iogurte (foto) da Yogurberry, rede oriental que abriu sua primeira unidade em SP
Todos os dias, Genilson levanta às 4h20. Às 6h, já está a postos numa pequena sala da cozinha central da rede America, que abastece as 14 unidades de São Paulo. Até as 15h48, "em ponto", diz, sua missão (solitária) é a mesma, há três anos: preparar e envasar uma calda, que sai diariamente dali e, nos restaurantes, vira o frozen iogurte, carro-chefe da marca. Leite integral, leite em pó, iogurte e açúcar são a base da receita secreta lançada na abertura da rede, em 1985, que hoje vende cerca de 35.600 porções por mês --número que sobe entre janeiro e março, quando todo ano lança um festival com novas coberturas e confeitos. Neste verão, no entanto, a concorrência aumentou. Desde o fim de 2008, São Paulo ganhou pelo menos cinco lojas especializadas no gelado --duas delas já abriram filiais. A demanda acompanha a onda, com a crescente busca por produtos leves e menos calóricos. Menos gordura Vem da Coreia do Sul um pó que contém leite desidratado, frutose e lactobacilos, e que serve de base no preparo do frozen iogurte da Yogurberry, rede oriental que abriu sua primeira unidade nos Jardins. Somente na loja o pó é misturado manualmente ao leite desnatado e à água. A calda obtida daí, com consistência fina, passa por um processo de refrigeração, em uma máquina, e alcança a cremosidade típica dos frozen, que prometem combinar baixo teor de gordura e poucas calorias.


Na recém-inaugurada Tutti Frutti, rede que veio da Califórnia (EUA) e está presente em 14 países, as promessas se repetem: baixa caloria e 0% de gordura. Uma tabela à mostra exibe informações nutricionais. Com sistema self-service dinâmico, no qual o cliente retira o sorvete das próprias máquinas, a loja chega a receber 2.000 pessoas aos domingos. Oferece opções que combinam iogurte com concentrado de frutas, sem corante. Segundo o grupo, "é um produto que vicia porque traz toques cítricos, doces e azedos". Do Rio de Janeiro veio a Yoggi, que tem menos de um ano e mais de dez unidades no país. Na loja, uma máquina permite que o consumidor crie seu "blend" ao misturar o frozen iogurte com outros ingredientes selecionados a gosto. Mais gordura "A cremosidade tem a ver com o equilíbrio de gordura", diz Glaucia Lippel, gerente de desenvolvimento de produtos da rede America. Para obter uma consistência cremosa em um sorvete, que tem mais gordura, é preciso alcançar a temperatura de - 18ºC; o frozen exige menos frio, cerca de - 4ºC. "Se diminuirmos a temperatura, o frozen vira cristal de gelo e perde a textura." Ela chama a atenção dos consumidores que quiserem levar o produto para viagem: "Em casa, a gente armazena o sorvete no freezer, que é bem mais gelado. Perde a consistência "soft'", diz.

Na carioca Mil Frutas, com lojas também em São Paulo, o sabor de iogurte tem textura entre o sorvete de massa e o sorbet (este, à base de água e açúcar). É feito com iogurte de produção própria e com clara, para dar a consistência. Em seguida, é misturado com calda de frutas. "É totalmente natural, não uso nada de pó. Não adianta fazer uma coisa artificial, que abre uma loja em cada esquina", diz a proprietária da sorveteria, Renata Saboia. Ainda assim, se comparado a um sorvete de massa, seu produto tem menor teor de gordura. "Não usamos a gema do ovo no preparo, só a clara, que não tem gordura." Alexandre Scabin, neto de um sorveteiro italiano, usa creme de leite como principal fonte de gordura dos gelatos da Stuzzi. O mesmo ingrediente é adotado na Vipiteno, sorveteria do chef Laurent Suaudeau. Sua principal diferença, no entanto, é a utilização do iogurte desidratado, que vem de uma fábrica da Itália, que a sócia Gleusa Ferreira acabou de visitar. Ela anuncia uma novidade que deve chegar em breve na Vipiteno: sorvete de iogurte natural, de produção própria, com limão-siciliano.


10 lugares para saborear

Americaav. Nove de Julho, 5.363, Jardim Paulista, tel. 0/xx/11/3708-3620

Comedoria Sesc Pinheirosr. Paes Leme, 195, Pinheiros, tel. 0/xx/11/3095-9400

Mil Frutas - Shopping Iguatemiav. Brig. Faria Lima, 2.232, Jardim Paulistano, tel. 0/xx/11/3034-5879

Stuzzir. Paulistânia, 450, Sumarezinho, tel. 0/xx/11/3816-0279

Tutti Frutti - Morumbi Shoppingav. Roque Petroni Jr., 1.089, Vila Gertrudes, tel. 0/xx/11/5189-6697

Vipitenor. Manuel Guedes, 85, Jardim Europa, tel. 0/xx/11/3476-1881

Yogen Früz - Shopping Pátio Paulistar. Treze de Maio, 1.947, loja 424, Bela Vista, tel. 0/xx/11/3262-3199

Yoggir. Gomes de Carvalho, 1.178, Vila Olímpia, tel. 0/xx/11/7747-4314

Yogoberry - Shopping Pátio Higienópolisav. Higienópolis, 618, Higienópolis, tel. 0/xx/11/3823-2390

Yogurberryal. Lorena, 1.426, lj. 2, Jardim Paulista, tel. 0/xx/11/2645-8449

domingo, 17 de maio de 2009

Barbe-Nicole Clicquot, a rainha discreta do espumante

A dama de negro que fez história em Champagne
Livro conta a vida de Barbe-Nicole Clicquot, a rainha discreta do espumante

Você pode nunca ter ouvido falar em Barbe-Nicole Clicquot Ponsardin. Mas é bem possível que tenha ouvido dizer que houve uma viúva que marcou época na região francesa de Champagne - na verdade, houve algumas mulheres importantes na produção de champanhe, várias delas, viúvas, mas nenhuma ficou tão famosa como a viúva Clicquot cuja biografia, escrita pela americana Tilar Mazzeo, está sendo lançada no Brasil, pela Editora Rocco.

Mais conhecida como "a viúva", ela era uma mulher muito discreta, que se vestia só de preto, a cor do luto permanente. Não era bonita e tinha menos de 1,50 m. Mas, antes de chegar aos 30 anos, sua vida começou a se confundir com a própria história do champanhe.

Filha de um rico comerciante da indústria têxtil de Reims, no coração da Champagne, aos 11 anos Barbe-Nicole escapou à turba nos primeiros dias da Revolução Francesa (1789-1799) vestida de camponesa. Sobreviveu à Revolução e às guerras subsequentes. Embora seu bisavô Nicolas Ruinart tenha fundado a primeira casa de vinho espumante da família em 1729, ela só descobriu a paixão pelos vinhos ao se casar com François Clicquot. Juntos, começaram a produzir champanhe, mas o negócio incipiente foi interrompido pela morte prematura de François, de febre tifoide.

Veja também:Afinal, quem era ela? A pergunta deu um livro

Viúva aos 27 anos e com uma filha pequena para criar, tirou vantagem da viuvez, que lhe garantia o direito de trabalhar e cuidar da própria vida. Passou a gerir os negócios. Com a ajuda do sogro, apostou na produção de vinhos finos e acreditou no potencial do mercado russo.
A situação estava difícil. Napoleão estava em guerra com metade do continente. Em 1806, o bloqueio fechou portos ao longo da Europa e cerca de 50 mil garrafas do champanhe Veuve Clicquot se perderam, retidas num armazém de Amsterdã. O prejuízo quase levou à empresa a bancarrota.
Em 1811, uma colheita generosa em toda a Champagne, creditada à passagem de um cometa, produziu vinhos excepcionais. Apostando na qualidade da safra, a viúva havia vendido suas joias para financiar os negócios. Alguns meses depois de o vinho ser engarrafado, os russos invadiram Reims. Ela mandou emparedar a adega para evitar saques. Deu certo.
Quando a guerra terminou e as tropas inimigas se retiraram, a viúva recuperou os vinhos e tomou uma decisão que mudou sua vida: sem esperar a liberação dos portos, sem autorização, ela despachou um representante de sua maison e um carregamento de 10 mil garrafas para a Rússia. O champanhe foi vendido por um preço exorbitante. O sucesso foi tamanho que na Rússia, nessa época, pedir "uma viúva" era o mesmo que dizer "uma garrafa de champanhe, por favor".
Assim começou a lenda de que o Veuve Clicquot era esnobado por Napoleão - ele preferia os espumantes de Moët - e adorado pelo czar russo. A família Moët, na verdade, era amiga de Napoleão e chegou a construir um palácio em Champagne para recebê-lo.
Mas de todos os feitos atribuídos à viúva, o maior teria sido a invenção da remuage, processo que mantém a garrafa inclinada na adega, com alguém girando cada dia um pouquinho para concentrar os resíduos no gargalo e facilitar sua extração. Uma das mulheres mais ricas da França, ela conquistou o título de "rainha não coroada de Reims".

fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/suplementos+paladar,a-dama-de-negro-que-fez-historia-em-champagne,2994,0.shtm

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Evento Degustar 2009









Aconteceu hoje, dia 05 de maio de 2009 mais uma edição do evento Degustar - Sao Paulo , capital.

Buffet la Luna

Evento no qual podemos encontrar reunidos os maiores nomes da confeitaria e gastronomia.

Evento frequentado pela elite paulistana...

É um mega evento, cada empresa leva cerca de 1500- 2000 porções/doces para degustação livre...

....lógico, o convite tem seu valor, mas parte da renda é destinada a ação de caridade..

para maiores detalhes, acessem o site: http://www.eventodegustar.com.br/



Segue fotos recém tiradas!!!!










terça-feira, 28 de abril de 2009

Filme: Maria Antonieta


Filme "Maria Antonieta"

Filme que mostra intimidades de Maria Antonieta e seu esposo e rei Luis XVI na França, os últimos reis antes da revolução Francesa.
O filme também expõe os gastos e privilégios da nobreza Francesa e família real, seu descaso com o povo, além dos costumes e etiqueta da sociedade de corte da França.
O interessante deste filme é que vemos as origens dos costumes gastronomicos, os doces..
Cenas de tremenda extravagancia da corte!
Vale conferir!

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Mesa Brasil Sesc


MESA BRASIL SESC é um programa de segurança alimentar e nutricional sustentável, que redistribui alimentos excedentes próprios para o consumo ou sem valor comercial

Bom, falando com uma amigo que trbalha em uma das empresas participantes (DHL), fiquei sabendo deste programa e achei simplesmente o MAXIMO!!!
Não imaginei que era possivel, pois já tinha muito ouvido falar da dificuldade de doações de alimentos....
Segue um pouco mais de informações.....


O programa é uma ponte que busca onde sobra e entrega onde falta, contribuindo para diminuir o abismo da desigualdade social no país.
Tem caráter permanente, baseado na parceria e as responsabilidades são assumidas por todos os segmentos sociais envolvidos, respeitando-se suas especificidades.
MESA BRASIL SESC, como ação emergencial, baseia-se no princípio, já aceito internacionalmente, de que a alimentação é direito fundamental de todo e qualquer cidadão

METAS:


  • interiorizar em 7 novos municípios alcançando

  • 82 Programas implantados;

  • atender a mais de 300 cidades na área de abrangência;

  • 32.000.000 quilos de alimentos distribuídos no ano;

  • 1.300.000 pessoas atendidas diariamente;

  • realizar 1.548 ações educativas neste ano capacitando 35.000 multiplicadores;

  • apresentar em seu quadro 1.102 voluntários atuando nos Programas.
Para maiores informações, INCLUSIVE COMO PARTICIPAR:

http://www.mesabrasil.sesc.com.br/

sábado, 11 de abril de 2009

Curiosidades dos nomes














Com muita frequencia me pergunto a razão de alguns nomes, origem, significado e etc....
Então essa postagem será uma apanhado de curiosidades pura e simples....
espero que gostem!


....infelizmente nem sempre achei o que queria me portugues, então irei traduzir as partes mais interessantes no meu ponto de vista, porém caso algém se interesse, na integra, me mande uma mensagem que traduzirei tudo...)

Brigadeiro

Brigadeiro ou negrinho (como é chamado no Sul do Brasil) é o mais famoso e difundido doce de festa brasileiro, normalmente presente nas mesas de aniversário, junto com o cajuzinho e o beijinho.

Conta-se que surgiu em meados da década de 40 do século 20, quando, em 1945, o brigadeiro Eduardo Gomes candidatou-se à Presidência da República pela UDN - União Democrática Nacional, concorrendo com o, também militar, Eurico Gaspar Dutra.

O brigadeiro era um homem bonito, de físico avantajado, muito charmoso e solteiro. Com o slogan "Vote no Brigadeiro que é bonito e é solteiro" , o candidato fazia grande sucesso entre as mulheres. E, um grupo delas, moradoras do requintado bairro do Pacaembu, na cidade de São Paulo, organizou diversas festas em prol da sua candidatura. Diz a História, que numa destas ocasiões, criaram um doce que misturava leite condensado, chocolate e manteiga, e o batizaram de "brigadeiro", em sua homenagem






Tarte Tatin



Torta de maçãs de origem francesa






Consiste em uma torta normal de fruta, com a especial particularidade de ser confeccionada ao contrário, ou seja: na forma colocam-se as frutas e por cima, derrama-se até cobrir, a massa.



Ao desenformar a torta após cozedura no forno, esta fica com as frutas no topo.



A tarte tatin tornou-se famosa depois que as irmãs Tatin resolveram divulgar a receita em uma confeitaria de Paris.



Conta-se que no final do século 19, o namorado de uma das irmãs, Eugène Coornuche trabalhava como maitre em um restaurante que servia apenas chás, cafés, sorvetes e petit fours.



Após ser convencido, a tarte Tatin foi o primeiro prato quente a ser servido no local.



O restaurante mudou de dono e de nome e esta deliciosa receita foi a única preservada no menu, sendo uma das principais sobremesas da casa Maxim's até hoje.













Amuse Bouche







An amuse-bouche also called an amuse-gueule, is a single, bite-sized hors d’œuvre



These, often accompanied by a complementing wine, are served as an excitement of taste buds to both prepare the guest for the meal and to offer a glimpse into the chef's approach to cooking.
The term is French, literally translated to "mouth amuser" [for bouche = mouth; amuser = to amuse, to please].



Amuse bouche tambem pode ser chamado de amuse gueule, é unico e tamanho de uma mordida.
Eles "preparam" o cliente para a refeição, oferecendo uma idéia do estilo de cozinha do chef.



O termo é em francês, e significa literalmente " prazer / boca" .




Palmier
















Biscoito feito a base de massa folhada.








Seu nome tem origem da semelhança entre sua forma e de uma palmeira.








Palmier é palmeira em francês.























Canelé

O que é?






A canelé is a small French pastry with a soft and tender custard center and a dark, thick caramelized crust.






Pequeno doce francês, macio e com o centro "tenro", e uma crosta grossa e caramelizada.






The dessert, which is in the shape of small, striated cylinder approximately two inches in height, is a specialty of the Bordeaux region of France but can often be found in Parisian patisseries as well.






Doce de tamanho pequeno, cilindrico e estriado. è uma especialidade da região de bordeaux, na França.






Made from egg, milk and flour flavored with rum and vanilla, the custard batter is baked in a mold, giving the canelé a caramelized crust and custard-like inside






Feito de ovos, leite e farinha, aroma de baunilha e rhum.












informações....












During 19th century Canauliers disappeared from the artisans list of Bordeaux.
In the first quarter of the 20th century the Canelé reappears, even if it is difficult to date exactly its when. An unknown pastry chef brought back to fashion the antique recipe of Canauliers. He improved it by adding rum and vanilla to his dough.






It is likely that its current shape comes from the similarity (in French) of the word wave with the word “cannelure” (fluting, corrugation, striations).






O formato atual, vem da similaridade da palavra onda, em francês, estriações, etc...
The modern name Canelé is recent and mysterious.






The name Canelé becomes a collective brand, deposited to the National Institute of the Industrial Property of France by the Brotherhood.






The Canelé meets a big success and ten years after the deposit of the brand, there are at least 800 manufacturers in Aquitaine and 600 in the Gironde. In 1992 Gironde alone consumed an estimated at 4.5 million.

Consumo de canelé....
The Canelé is consumed for breakfast, for snacks, and as dessert. Produced in numerous forms and sizes, its consumption varies. It is notably appreciated during tastings of syrupy wines.






cafes da manha, lanches e sobremesas.






É apreciado junto com vinhos licorosos
Traditionally Canelés are generally sold in bunches of 8 or 16.
It is better to serve the small Canelé with cocktails, and the big version for dessert at the end of a meal. The drink matters little, as the Canelé accommodates itself equally well with champagne as with tea, and goes with all of types of wines.
The Canelé is light and easy to carry/ship thanks to its solidity. If it collapses during transportation, it deforms little and a light reshaping makes it revert to its initial shape.






Ele é leve e facil de transportar, devido a sua solidez. Se deforma pouco no transporte....
























Petit four







(plural: petits fours) is a small cake generally eaten at the end of a meal or served as part of a large buffet.







Pequeno bolo, geralmente comido no fim das refeições ou fazendo parte de um grande buffet.






The name is from the
French petit four, meaning "small oven".






O nome vem do francês, significa PEQUENO FORNO!!!!!






Modern petits fours usually consist of a geometrically cut piece of sponge cake, topped with fondant and are approximately 25 millimetres (1 inch) square and about 40 millimetres (1.6 inches) high. The fondant which tops the cake is often pastel in color, and commonly decorated with piped icing flowers or other embellishments. The term petit four may also, however, refer to any of a variety of small confections, especially in France.
Commercially made petits fours, especially those sold in the United States, are often filled with
buttercream icing.
There are two different categories of petits fours. Petits fours secs (sec meaning "dry") include a variety of small desserts, such as special dainty biscuits, baked meringues, macarons, and puff pastries. Petits fours glacés (glacé meaning "iced") are iced or decorated in some way, such as tiny cakes covered in fondant or glacé icing, small éclairs, and tartlets.
In a French patisserie, assorted small desserts are usually called mignardises, while hard, buttery biscuits are called petit fours.
There are also the petits fours salés (salé meaning "salted" or "savoury"), which are bite-sized salted appetizers usually served as part of cocktail parties or buffets.


Petits fours were traditionally made during the cooldown process of brick ovens fired by coal fuel in the 18th century. Coal heat is hard to control as it burns so much hotter than wood, and at the time was much more expensive so waste of the heat generated was not an option.
Tradicionalmente, os petit fours eram feitos no processo de resfriamento do forno, no seculo 18, pois na epoca, perda de energia não era uma opção!!!





















Classical Éclair

Éclairs are most commonly served as a dessert






Normalmente servidas como sobremesa






An éclair is a long, thin
pastry made with choux pastry filled with a cream and topped with icing.






São longas, feitas com massa choux, recheada com creme e coberta com fondant

Origin of the éclair
The éclair probably originated in
France during the nineteenth century. The word is first attested both in English and in French in the 1860s.






A origem é provavelmente francesa, durante o século 19.







"Éclair" is French for "lightning," though the connection is obscure.






Eclair em francês significa relãmpago, cuja conecção é obscura!!!












segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Madeleines- bolinho frances



Cada vez que o trem parava na pequena localidade de Commercy, perto de Meuse, na região da Lorena, nordeste da França, os passageiros enfrentavam a abordagem insistente das vendedoras ambulantes que ofereciam a célebre atração local: madeleines, bolinhos doces assados no forno, com a superfície estriada e o formato de concha de vieira, à base de farinha de trigo, manteiga, ovos e açúcar, aromatizados com casca de limão ou água de flor de laranjeira.

Como a escala era breve, cada mulher gritava o nome da especialidade e de seu respectivo produtor, pois havia pouco tempo para fechar negócio. Transportando cestos de vime repletos de caixas de madeira com aqueles bolinhos rechonchudos, elas conseguiam vender quase toda a produção na gare, até porque os passageiros do trem se divertiam com o assédio. Era o mais famoso show da rede ferroviária francesa. Repetiu-se desde a inauguração da estrada pelo imperador Napoleão III, em 1852, até a deflagração da 2ª Guerra Mundial, em 1939, quando o conflito militar fez a Europa perder a graça.


Já se atribuiu a invenção das madeleines a Jean Avice, talentoso confeiteiro do século 19, que trabalhou para o príncipe Talleyrand-Périgord, político e diplomata francês, ministro de Napoleão Bonaparte; a Antonin Carême, seu dileto aluno, considerado o maior chef de todos os tempos; e também a uma mulher chamada Madeleine, que a usaria para alimentar os peregrinos do Caminho de Santiago, a longa rota votiva que atravessa o norte da Espanha a partir da fronteira com a França, em direção a Santiago de Compostela, na Galícia, cujo símbolo é justamente uma concha de vieira. Hoje, porém, ninguém duvida que as madeleines surgiram para deliciar Stanislas Leszczynski, soberano deposto da Polônia, a quem o genro Luís XV, rei da França, tentou fazer esquecer a perda do trono concedendo-lhe o ducado da Lorena. Respeitado gastrônomo, dotado de extraordinário apetite, obeso assumido, seu nome costuma ser associado a outras invenções notáveis, como o babá ao rum, pequeno bolo de massa fermentada, em formato de cogumelo, regado com uma calda do destilado que lhe dá nome. Foi a sobremesa do filme A Festa de Babette, do diretor dinamarquês Gabriel Axel, ganhador do Oscar de melhor fita estrangeira em 1988.
A versão mais difundida para a origem das madeleines conta que, em 1755, numa situação de emergência, pois o confeiteiro titular faltara ao serviço, uma jovem empregada da marquesa Perrotin de Baumont preparou a receita da avó para um banquete em homenagem a Stanislas. O ex-rei e então duque de Lorena adorou a novidade e quis conhecer a autora, perguntando-lhe o nome, onde nascera e como se chamava a invenção. Ela disse chamar-se Madeleine Paulmier e revelou ter nascido em Commercy. Como o bolinho não possuía nome, Stanislas o batizou: “Vai se chamar madeleine de Commercy”. No dia seguinte, enviou a novidade para a filha comilona, Maria Leszczynski, mulher de Luís XV, na Corte de Versalhes. Até a morte do duque de Lorena, em 1766, a receita permaneceu secreta.
Para alguns pesquisadores, foi Pantaléon Colombé, patriarca de uma família de confeiteiros e padeiros, quem a liberou ao conhecimento público. Segundo o historiador Charles Dumont, as madeleines de Commercy só começaram a fazer sucesso na França em meados do século 19, com a inauguração da estrada de ferro. Em 1939, ainda resultavam de produção artesanal, preparadas por seis confeiteiros, que elaboravam diariamente cerca de 2.500 bolinhos. Existem também as madeleines de Liverdum, igualmente na Lorena, porém menos conhecidas.
Entretanto, o mais destacado protagonista da história da especialidade foi o escritor francês Marcel Proust. No Caminho de Swann, primeiro dos sete volumes da obra-prima Em Busca do Tempo Perdido, ele conta como conheceu as madeleines e revela o prodígio que operaram em sua vida e arte. Num dia de inverno, chegando em casa com frio, a mãe lhe deu o bolinho acompanhado de uma taça de chá. Ao levar um pedaço à boca, amolecido pela bebida, veio-lhe à mente não apenas a lembrança do passado, mas a sensação de resgatar a própria infância. A madeleine tinha o mesmo sabor da que sua tia Léonine lhe oferecia todo o domingo de manhã, anos antes. Essa metáfora do paladar revivido, uma experiência desprezada por tantos adultos, pode ser interpretada como a vitória da memória sobre a sovinice do tempo.
Uma coisa é certa: Proust ingressou tardiamente na saga do bolinho, mas sem ele as madeleines não obteriam a mesma fama internacional.